A direita, a esquerda e Macron

A fusão de esquerda e direita promovida por Macron criou uma espécie de dilema existencial para os partidos políticos tradicionais da França, que agora lutam para sobreviver. As eleições de 2019 para o Parlamento Europeu poderá ser um teste para eles. Artigo de Zaki Laïdi.

Seis características da Era da Desinformação

Precisamos investigar o problema e conhecer a sociedade da informação para que as ações destinadas a interromper o círculo vicioso da desinformação e da polarização política tenham eficácia e protejam as democracias. Artigo de Kelly Born

Como combater os demagogos populistas

Os políticos de centro que desejem eclipsar os demagogos precisam transitar por uma vereda muito estreita. O desafio que enfrentam é grande. Para vencê-lo, provavelmente fazem falta caras novas e políticos mais jovens, não contaminados pelas opiniões globalistas e fundamentalistas de mercado. Artigo de Dani Rodrik.

A revolução que fez o século XX

A Revolução Russa é parte da História dos nossos tempos. Ignorá-la ou desprezá-la em nome de uma polarização com a esquerda e o comunismo é expressão não só de intolerância, mas de regressismo intelectual. Artigo de Marco Aurélio Nogueira.

Balibar: da vitória do capitalismo à derrota da democracia?

As fronteiras não criam delimitações definitivas: atravessam, de maneira mais ou menos autoritária e mais ou menos discriminatória, o espaço no interior do qual se põe a questão do acesso ao autogoverno. Deve-se considerar a maior ou menor liberdade e igualdade que um poder de Estado concede aos imigrantes, bem como o papel que uma nação desempenha no avanço das liberdades e na redução das desigualdades globais. Entrevista de Étienne Balibar.
Atores do Sistema Internacional, Teoria Política e Relações Internacionais
A direita, a esquerda e Macron
Redes, tecnologias e modernidade
Seis características da Era da Desinformação
Teoria Política e Relações Internacionais
Como combater os demagogos populistas
Teoria Política e Relações Internacionais
A revolução que fez o século XX
Teoria Política e Relações Internacionais
Balibar: da vitória do capitalismo à derrota da democracia?
 
O site do NEAI está de cara nova.
O novo layout, desenvolvido pela Upsites.digital, foi concebido para fortalecer o espírito prevalecente no Núcleo e impulsionar a vontade de interagir criticamente com o mundo atual. 
Além de mais ágil e bonito, o novo site está mais funcional e mais agradável de ser visitado. 

Sejam bem-vindos!
 

Dossiê Trump

DOSSIE TRUMP

Redes, tecnologias e modernidade

A interconexão global das empresas transnacionais

Os atores do mercado financeiro não estão isolados. Precisam ser estudados como um sistema, pois formam uma rede. Nela, há um núcleo minúsculo, mas dominante, de aproximadamente 150 atores poderosos, que têm alto grau de interconexão mútua e controlam o sistema. A crise até hoje não prejudicou as estruturas de poder da rede global e a economia não ficou mais forte. A compreensão do quadro exige enfoques alternativos de pesquisa. Artigo de James B. Glattfelder.

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Atores do Sistema Internacional

A disputa por liderança no mundo global

Ainda que se trate de países profundamente distintos, muitos veem Angela Merkel e Xi Jinping como referências internacionais ascendentes. Dia 24/09 realizaram-se eleições federais na Alemanha. Nas próximas semanas, acontecerá o Congresso quinquenal do Partido Comunista Chinês. São compromissos importantes para definir o poder de fogo das duas lideranças.

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Atores do Sistema Internacional

Uma revolução “macroeconômica”?

O fundamentalismo de mercado intensifica a resistência à mudança entre os que perdem com a globalização e a revolução tecnológica. Cria problemas graves como consequência das reformas econômicas. Uma saída seria combinar a economia “progressista” do pleno emprego e da distribuição com a economia “conservadora” do livre comércio e da liberalização do mercado de trabalho.

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Atores do Sistema Internacional

As lições do furacão Harvey

Tal como com as crises financeiras, é necessária uma ação coletiva preventiva para atenuar o impacto das alterações climáticas. São necessários investimentos governamentais eficazes e uma regulamentação rigorosa para garantir os resultados. Sem regulamentação adequada, os cidadãos e as empresas não têm incentivo para tomar as devidas precauções e a intensidade das inundações será maior.

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A América Latina e o mundo

O 11 de setembro de 1973 e o ataque à liberdade no Chile

Ao longo de seu governo, Allende nacionalizou as minas de cobre, promoveu a reforma agrária, estatizou as minas de carvão e os serviços de telefonia. Diversas terras improdutivas foram entregues aos camponeses. Os bancos também foram afetados por medidas intervencionistas. O Chile se tornava mais justo e menos desigual. Pessoas cantavam pelas ruas. Com o fim da experiência chilena ao socialismo, teve início um dos mais virulentos ataques à democracia, à justiça e à liberdade na América do Sul.

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A América Latina e o mundo

Chile, da revolução à democracia

As tentativas de derrubar a ditadura por via armada fracassaram. A batalha decisiva contra o regime ditatorial viria de onde menos se cogitava. A Constituição de 1980 previa a realização, em 1988, de um plebiscito para estabelecer mais um mandato de oito anos para o ditador, e foi em torno da ideia de politizar o plebiscito, negando esse novo mandato, que se vislumbrou a possibilidade de derrotar a ditadura. Artigo de Alberto Aggio. Leia também texto de Gustavo Menon sobre o golpe que derrubou Salvador Allende em 1973.

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Atores do Sistema Internacional

E se houver uma nova Guerra da Coreia?

Imaginemos que tudo corra bem. Que os Estados Unidos neutralizem a ameaça até à última bala, o que é altamente improvável. Mesmo que isso aconteça, o que restaria? Uma Coreia do Norte perdida no mundo, sem aliados, com uma das mais débeis economias do planeta. Seriam 25 milhões de pessoas formatadas desde a nascença para odiar os Estados Unidos, os mesmos Estados Unidos que estariam agora a ocupar o seu país.

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Política Externa Brasileira

As eleições em Angola e a política externa brasileira

Com as eleições, sai um presidente que ficou no poder por quase toda a história independente do país, figura amada e odiada, importante para a construção nacional de Angola. O novo presidente enfrentará o desafio de não ser visto como simples mimetismo do governo anterior. A política externa brasileira se afirmará entre estes dois tempos.

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