Curso "Temas de Política, Cultura e Economia Internacional"

NEAI
O Núcleo de Estudos e Análises Internacionais (NEAI), Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais (IPPRI-UNESP), em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais “San Tiago Dantas” (UNESP/UNICAMP/PUC-SP), no uso de suas atribuições, torna pública a abertura...

Migrações e conflitos entre México e EUA: Relações México x governo democrata esfriam

Marcela Franzoni e Carlos Eduardo Carvalho
A Declaração de Los Angeles sobre Migração e Proteção, emitida no final da Cúpula das Américas, em 10/06, frustrou de vez as expectativas do México de contar com apoio dos EUA para o Plano de Desenvolvimento Integral - PDI,...

EUA reagem a avanços de Pequim na Oceania: os países da Oceania querem aproveitar para barganhar apoio de potências mundiais

João Paulo Nicolini Gabriel e Carlos Eduardo Carvalho
Crédito da ilustração: Valor Econômico O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, visitou Kiribati, Samoa, Ilhas Fiji, Tonga, Papua Nova Guiné, Vanuatu, Ilhas Salomão e Timor Leste, de 25 de maio a 3 de junho, para apresentar...

Oficina: Estudos de Caso e Seleção de Casos

NEAI
O Núcleo de Estudos e Análises Internacionais (NEAI) tem o prazer de convidar para a oficina que te ensinará como fazer um estudo de caso e selecionar casos! Os professores Dr. Italo Beltrão Sposito, Me. João Paulo Nicolini Gabriel...

A maioria democrata está chegando ao fim?

Emanuel Assis Aleixo de Franco
As eleições de meio de mandato (midterms) se aproximam nos Estados Unidos e, ao que tudo indica, o presidente democrata Joe Biden corre sério risco de perder a apertada maioria no Congresso em novembro. Segundo uma pesquisa divulgada pelo...
Agenda
Curso "Temas de Política, Cultura e Economia Internacional"
América Latina, Estados Unidos
Migrações e conflitos entre México e EUA: Relações México x governo democrata esfriam
International System
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Agenda
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Estados Unidos
A maioria democrata está chegando ao fim?
Teoria Política e Relações Internacionais

Notas sobre o realismo político na guerra russa contra a Ucrânia

Sara Toledo

O atual tabuleiro geopolítico mundial diante da invasão russa à Ucrânia revela a contemporaneidade das lições de política internacional trazidas pela Escola Realista de Relações Internacionais. Avaliar as perspectivas teórico-conceituais desta tradicional corrente teórica no enquadramento geopolítico da guerra da Ucrânia configura o objetivo deste artigo.

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China, Comércio Internacional, Sistema Internacional

Vigor da desdolarização depende da China: o yuan não tem condições de substituir o dólar neste momento, nem Pequim deseja isso

Carlos Eduardo Carvalho e João Paulo Nicolini Gabriel

A China é o único país que reúne comércio externo e estrutura financeira para ampliar substancialmente o uso internacional de sua moeda, não apenas por parceiros em busca de proteção, mas também por agentes privados interessados em diversificação de carteira e em oportunidades de negócios usuais. Movimentos mais firmes na direção do que se chama de desdolarização, contudo, envolvem grandes desafios para Pequim.

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Sistema Internacional

Guerra Rússia-Ucrânia: “corredores humanitários” e os limites da violência armada

Beatrice Daudt Bandeira

No último dia 24 de março completou um mês desde que o presidente russo, Vladimir Putin, autorizou uma invasão armada contra a Ucrânia (país vizinho), no que ele próprio denominou como uma “operação militar especial”. Do ponto de vista humanitário – assim como no Afeganistão, Etiópia, Somália, Sudão e Sudão do Sul, Iêmen, Síria, República Democrática do Congo, Palestina, Nigéria, Iraque, Mianmar e República Centro Africana, para citar algumas das crises humanitárias que resultaram de conflitos armados, ainda nos dias de hoje –, os impactos da guerra, no contexto da Ucrânia, têm gerado preocupações sobre as condições de vulnerabilidade e insegurança de populações civis que foram forçadas a deixarem o país ou que permaneceram.

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Sistema Internacional

Guerra entre Rússia e Ucrânia deve impactar o setor agrícola e energético brasileiro

André Andriw

O dia 24 de fevereiro de 2022 foi registrado na história como o início da invasão russa ao território ucraniano, desencadeando uma série de consequências geopolíticas e geoeconômicas que afetam a região e o mundo como um todo. Embora distante do conflito físico, o Brasil está em uma posição vulnerável frente à avalanche de problemas que a guerra deve trazer para a economia global, principalmente para dois setores que impulsionam seu Produto Interno Bruto (PIB): agricultura e energia.

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Eurásia, Vídeos

A crise na Ucrânia. Por Cristina Pecequilo e Danielle MakioFeatured

NEAI

A enorme tensão entre Rússia, Ucrânia e potências ocidentais aumentam os riscos de uma possível invasão do exército russo de Putin sobre o território ucraniano. Para entender os fatores que levaram a esse atrito dos países vizinhos, além da visita de Jair Bolsonaro à Moscou em meio à crise, o Núcleo de Estudos e Analises Internacionais (NEAI) do Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais (IPPRI) da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP) convidou a Profa. Dra. Cristina S. Pecequilo e a pesquisadora do NEAI e da Glasgow University, Danielle A. Makio.

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China, Sistema Internacional

Xiomara Castro, China, and the Future of Honduras-Taiwan Relations

Henoch Gabriel Mandelbaum

The newly elected Honduran President, Xiomara Castro, from the left-wing party Liberty and Refoundation (Libre), suggested during campaigning in December 2021 that Tegucigalpa would switch recognition from Taiwan to China. However, on the last day of January 2022, Honduran Foreign Minister Eduardo Enrique Reina announced that Castro’s administration considered the benefits Honduras had obtained from a steady relationship with Taiwan, and determined that there was no need to explore alternatives for the time being. Nevertheless, China’s increasing footprint in Latin America and the Caribbean (LAC) can still have an impact on Tegucigalpa-Taipei ties and the United States’ policy for the region.

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América Latina

Qué esperar de la próxima Cumbre de las Américas y qué nos dicen las lecciones de la historia

Carlos Monge Arístegui

¿Una cumbre con EE.UU. aumenta o disminuye los márgenes de autonomía de la región? A juzgar por los hechos, es más fácil prever lo primero que lo segundo. Los aires de una segunda “oleada” progresista, como la llama Álvaro García Linera, en una reciente entrevista, están soplando con fuerza en todo el hemisferio, esta vez de la mano no de líderes carismáticos, en general, “sino con líderes políticos moderados que están respondiendo a las nuevas circunstancias”. Es inevitable, entonces, pensar, en Gabriel Boric, en Chile, que se pondrá la banda presidencial el 11 de marzo próximo, y en Luis Arce, en Bolivia, que asumió el mando en noviembre de 2020. Sin dejar afuera del análisis el previsible triunfo de Lula en Brasil, en octubre de este año, sea en primera o segunda vuelta; y el de Gustavo Petro, en Colombia, quien, según las encuestas, podría imponerse en mayo y vencer a cualquier contrincante que pasara a segunda ronda.

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Sistema Internacional

Crise na Ucrânia, cautela no Indo-Pacífico: EUA têm dificuldades para mobilizar parceiros

João Paulo Nicolini Gabriel e Carlos Eduardo Carvalho

Além das reticências da Alemanha e da oposição interna a sua política no Leste europeu, o governo Biden enfrenta dificuldades para conseguir apoio dos membros da articulação Quad, seus aliados mais importantes no Indo-Pacífico. Japão e Austrália defendem a posição da Otan de não acatar as reivindicações russas, mas evitam movimentos mais assertivos, e a Índia não quer tomar partido numa disputa entre seus dois principais parceiros geopolíticos, os EUA e a Rússia.

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Ásia

Uma águia caída? Entendendo a crise no Cazaquistão

Danielle Amaral Makio

A estátua caída de Nazarbaev no coração de Almaty sugere algo de anormal. Presidente do Cazaquistão desde a independência do país em 1991 até sua renúncia, em 2019, o político ainda hoje é um dos principais símbolos do estado. Imortalizado pela narrativa oficial do governo como o grande líder da nação, é celebrado como o responsável por diversos avanços no país e cultuado quase como uma entidade sobre-humana – as reverências vão desde murais imensos pintados em estações de metrô a livros e celebrações nacionais atrelados à sua figura. Seu retrato estilhaçado nas ruas, derrubado por protestantes que se mobilizam contra o governo desde 4 de janeiro de 2022, é, pois, um recado muito mais forte do que se pode imaginar à primeira vista, trata-se de um manifesto de uma sociedade que clama por mudança.

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