Ilustração: Four thousand U.S. dollars are counted out by a banker counting currency at a bank in Westminster, Colorado November 3, 2009. REUTERS/Rick Wilking/File Photo

No início de julho de 2021, o Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou para 7,0%, a projeção de crescimento para a economia dos Estados Unidos. A principal razão para essa previsão foi a aprovação, pelo Congresso norte-americano, do pacote fiscal e monetário sem precedentes proposto pela Administração de Joe Biden.

Por outro lado, o Fundo acrescentou esperar que, ainda que as expectativas de inflação dos EUA permaneçam bem ancoradas, estas poderão “ser obscurecidas nos próximos meses por movimentos transitórios significativos nos preços relativos”. Isso poderia levar ao aumento das pressões inflacionárias sobre o consumo das famílias norte-americanas, por exemplo.

O coordenador científico do NEAI, prof. Carlos Eduardo Carvalho, comenta sobre as incertezas e as expectativas em relação à volta da inflação nos Estados Unidos e no mundo. O pesquisador destaca possíveis riscos do retorno da inflação para a economia internacional, especialmente para os mercados financeiros e para as cadeias globais de valor.

Apresentação: Marcel Artioli

Autor(a)

  • O Núcleo de Estudos e Análises internacionais (NEAI), vinculado ao Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais (IPPRI) da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP) busca dialogar com o mundo em que vivemos, com o sistema internacional de Estados, seus atores e processos, seus temas e problemas, e as ideias que nele circulam.

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