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EUA

América Latina, Estados Unidos

O futuro das relações México-Estados Unidos após a Era Trump

Marcela Franzoni

A vitória de Joe Biden para a presidência dos Estados Unidos coloca grandes desafios para as relações do México com os Estados Unidos. Biden prometeu reconstruir as relações dos EUA com os aliados, reincorporar-se ao Acordo de Paris, promover a segurança econômica e restaurar a credibilidade da grande potência no sistema internacional. Mesmo que essas promessas não mirem especificamente as relações com o México, é claro que a agenda mais ampla de política externa de Biden demandará uma capacidade significativa de negociação do governo mexicano em diferentes temas.

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Sistema Internacional

Quad e suas hesitações diante da China

João Paulo Nicolini Gabriel e Carlos Eduardo Carvalho

Hesitações diante da crescente assertividade da China marcaram os resultados da reunião do Diálogo de Segurança Quadrilateral, o Quad, entre os ministros de relações exteriores da Austrália, Índia, Japão e Estados Unidos, em 6 de outubro em Tóquio.

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Sistema Internacional

Espionagem em uma nova guerra fria?

Desiree Almeida Pires

Desde que Donald Trump assumiu a presidência dos Estados Unidos, embasado no discurso de America First, as desavenças entre EUA e China têm-se acirrado. Ainda ao início de 2018, um ano após ter assumido a presidência, Trump anunciou que colocaria tarifas sobre as importações de aço e alumínio, justificando a decisão como necessária para lidar com o que ele considerou como concorrência desleal da China no comércio internacional e que, como consequência, estava prejudicando as indústrias e os trabalhadores estadunidenses.

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América Latina

Novo Acordo de Salvaguardas Tecnológicas entre Brasil e EUA: quanto vale Alcântara?

Giovanna Bertolaccini

O atual governo brasileiro deu continuidade à pauta, que culminou na assinatura do tratado em março 2019, em visita do presidente Jair Bolsonaro aos EUA. Desta vez, o acordo foi aprovado no Congresso Nacional, ainda em 2019, que entendeu que as falhas que impossibilitaram a aprovação em 2000 haviam sido sanadas. É importante questionar a quais critérios os parlamentares se apegaram para considerarem este acordo diferente do anterior. De fato, o novo acordo é redigido de maneira diferente, menos incisivo. É clara, porém, a discrepância entre as cessões que cabe a cada uma das partes, e como o acordo coloca em voga qual tipo de autonomia o Brasil se posta a ter.

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