Direitos humanos, migrações e novas subjetividades

O “homo sacer”, a desumanização e a guerra

Seriado traz à tona a figura do Homo sacer, conceito que caracteriza indivíduos que se encontram fora do espectro da cidadania e cuja morte não configuraria homicídio, por se tratar de uma “vida indigna de ser vivida”. Toda sociedade estabelece quem serão considerados os “homens sacro”s e essa determinação parte de um ato soberano do Estado, que define os seus cidadãos e os que serão tratados como tendo uma “vida sem valor”.

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